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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reagiu com veemência às restrições impostas pelo governo de Donald Trump que limitaram seus movimentos durante a Assembleia Geral da ONU em Nova York. Em declarações contundentes, Padilha classificou as medidas como um desrespeito à diplomacia brasileira, destacando que as limitações o confinavam a ir apenas do hotel à missão diplomática e ao prédio da ONU, impossibilitando reuniões bilaterais cruciais fora desse perímetro. "Primeiro que eu não sou procurado pela Interpol, não sou condenado a nada no país para ter tornozeleira eletrônica nem do Brasil nem dos Estados Unidos"M, afirmou o ministro, destacando o caráter absolutamente injustificado das restrições.
Apesar de ter tido seu visto liberado para integrar a delegação do presidente Lula após um pedido de renovação, as condições impostas pelos EUA foram vistas como um obstáculo deliberado à sua atuação. Padilha enfatizou que tais limitações prejudicam directamente o trabalho diplomático, já que muitos encontros estratégicos com outras lideranças internacionais ocorrem fora do complexo da ONU.
O ministro, que além de acompanhar o chefe de estado participaria de eventos paralelos como conferências da Opas, deixou claro que a medida é um episódio lamentável nas relações entre os dois países.
Com informações da CNN
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