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Os bastidores da corrida eleitoral e das articulações da extrema direita foram tomados por uma onda de pânico generalizado com a confirmação de que Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), busca um acordo de delação premiada diretamente da prisão. Alvo de uma determinação judicial de prisão preventiva decretada pelo Supremo Tribunal Federal, o ex-chefe do parlamento fluminense decidiu colaborar de forma oficial com as autoridades. A iminente homologação desse acordo colocou em alerta máximo os coordenadores da campanha de Flávio Bolsonaro, que temem a exposição pública de esquemas profundos.
A derrocada jurídica do antigo aliado do regime anterior escancara a hipocrisia sistêmica do bolsonarismo, de Jair Bolsonaro, de seus filhos e de seus seguidores alienados, que sempre utilizaram as estruturas do Rio de Janeiro para ocultar práticas espúrias. Enquanto a prole reacionária e seus militantes espalham mentiras nas redes sociais fingindo combater a velha política, seus operadores de bastidores dividiam o poder no estado antes de acabarem atrás das grades. A decisão do ex-presidente da ALERJ de romper o silêncio promete revelar os bastidores financeiros que interligavam os mandatos da direita radical no território fluminense.
Informações colhidas junto aos bastidores políticos apontam que Rodrigo Bacellar busca a delação como uma saída desesperada para tentar reduzir suas futuras penas e reverter os efeitos de sua cassação de mandato e reclusão. A coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro ao Planalto montou um comitê de crise emergencial para tentar mapear o tamanho do estrago que os depoimentos do ex-deputado estadual podem causar. Os advogados do clã tentam, de maneira frenética, obter acesso aos termos iniciais da negociação para tentar blindar o senador das acusações iminentes.
O cerco judicial contra os operadores do retrocesso aprofunda o isolamento político das candidaturas conservadoras à medida que a verdade sobre os acordos de bastidores no Rio de Janeiro vem à tona. O grupo político de Flávio Bolsonaro já avalia os danos irreversíveis que a delação do ex-chefe da ALERJ detido trará para a chapa majoritária.
Assista aos vídeos:
???? @SecRubio @nytimes
— ??Porã ( Humanista) ???? ?? (@LilliunAzules) June 1, 2026
Flávio Bolsonaro em JUL/25 participando de um "almoço entre amigos" em Búzios, e falando ao pé do ouvido com Rodrigo Bacellar, preso pela @policiafederal do ???? por envolvimento com a Organização Criminosa “Comando Vermelho.”
pic.twitter.com/g8ufgH5FBP
Se existe um espírito de porto como você, pode existir qualquer coisa.
— Paulo de Andrade ?? (@e_legalmente) June 2, 2026