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O governo federal desferiu um importante avanço na proteção do bolso da classe trabalhadora ao lançar, nesta segunda-feira, 29 de junho, uma nova e revolucionária etapa do programa Desenrola. Desta vez, a iniciativa inovadora é inteiramente voltada para os cidadãos adimplentes, ou seja, as pessoas que fazem um esforço hercúleo para manter suas contas rigorosamente em dia. A medida, amplamente defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visa renegociar contratos e dívidas já pactuadas que, embora venham sendo pagas regularmente, sufocam o orçamento das famílias brasileiras devido aos juros abusivos cobrados pelo mercado e aos prazos excessivamente longos.
A expansão do programa busca fazer justiça social e reconhecer o esforço dos chamados “bons pagadores”, oferecendo condições reais para que eles reduzam o custo de seus financiamentos. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, enfatizou que o objetivo central da política pública é dar fôlego financeiro a quem honra suas obrigações, mas se vê severamente penalizado pelas taxas de juros elevadas impostas pelo sistema financeiro. O governo argumenta de forma técnica e humanizada que, com o fortalecimento e a estabilização da economia do país, o Estado tem o dever de intervir para aliviar o peso das prestações que sacrificam a renda da população.
A ação em favor do povo, contudo, provocou a fúria imediata e a reação explícita dos banqueiros, que lucram bilhões com a manutenção de taxas extorsivas. A Federação Brasileira de Bancos iniciou uma forte campanha de resistência ao projeto, rotulando a iniciativa governamental de "programa genérico". Em uma tentativa clara de blindar as margens de lucro do setor financeiro, o presidente da entidade patronal, Isaac Sidney, chegou a alegar falsamente que facilitar a vida de quem paga em dia poderia afetar a racionalidade do crédito e, de maneira contraditória, estimular o atraso no pagamento das parcelas.
O Ministério da Fazenda rebateu prontamente o discurso corporativista dos bancos, reafirmando que o Desenrola Adimplentes atua na direção oposta ao preservar a saúde financeira das famílias e evitar que entrem na inadimplência. O secretário de Reformas Econômicas, Regis Dudena, explicou que os cidadãos que contraíram empréstimos e financiamentos em períodos de juros estratosféricos necessitam e merecem um alívio imediato no atual cenário econômico. O governo federal destaca que o incentivo à manutenção dos pagamentos em dia fortalece a economia popular e combate os abusos historicamente praticados pela elite bancária contra os consumidores.
O lançamento estratégico da nova fase do Desenrola ocorre de forma ágil para assegurar o benefício à população antes do início do período de defeso eleitoral, janela jurídica que impõe restrições severas à publicidade de programas sociais nos três meses que antecedem as eleições. Ao acelerar a implementação da medida, a gestão de Lula garante o amparo aos trabalhadores e contorna as amarras burocráticas e a sabotagem promovida pelos opositores do desenvolvimento social. A iniciativa consolida a marca do governo na reconstrução do poder de compra e na distribuição de bem-estar para as camadas que sustentam o país.
Com informações do DCM
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