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Vermelho
Essa conversa fiada já havia sido desmascarada em 2013 pelo próprio Ministério da Educação, mas como o que interessa para Bolsonaro não é a verdade, mas aparecer, ele voltou a publicar o vídeo.
O Ministério da Educação (MEC), por meio de nota, reafirmou que não produziu e nem adquiriu ou distribuiu o livro citado por Bolsonaro. O MEC afirma ainda que não há qualquer vinculação entre o ministério e o livro, já que a obra tampouco consta dos programas de distribuição de materiais didáticos levados a cabo pela pasta.
No vídeo, Bolsonaro diz que o governo distribuiu os livros para estimular "precocemente as crianças a se interessarem por sexo". O livro, por sua vez, é uma publicação da editora Cia das Letras no Brasil. Já vendeu 1,5 milhão de exemplares em todo o mundo e foi publicada em 10 idiomas.
"O vídeo que apresenta as obras como sendo do MEC, em nenhum momento, comprova a vinculação do Ministério aos materiais citados, justamente porque essa vinculação não existe", enfatiza a nota, divulgada pelo ministério.
Bolsonaro não se conteve. Além da história dos livros e educação pública no Brasil - que na sua opinião retroceder aos moldes da aplicada nos tempos da ditadura militar, marcada pela repressão a educadores e estudantes, tortura, perseguição, prisões e censura -, ele também disseminou ataques contra às famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, sugerindo que quem recebe o benefício não é capaz de escolher de forma consciente seus representantes e avaliar criticamente a qualidade da educação de seus filhos.
Do Portal Vermelho, com informações do Portal Brasil
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