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Em artigo em que ataca o presidente Lula, o senador Sergio Moro (União-PR) defendeu a ditadura militar e acusou o petista de “autoritarismo”. No texto, publicado no jornal “Gazeta do Povo”, ele chama o regime de “governo militar” e defende a liberdade de expressão para parlamentares.
“É ilustrativo o fato de que a imunidade parlamentar tenha sido objeto de restrições em Constituições promulgadas em períodos históricos marcados pelo autoritarismo, como o Estado Novo e o governo militar”, escreve o ex-juiz, em texto intitulado “Tribuna livre”.
O senador ainda diz que o Projeto de Lei 2630, conhecido como PL das Fake News, foi criado para “instituir a censura nas redes sociais” e poderia ameaçar a liberdade de expressão de parlamentares. Ele então afirma que Lula “adula ditadores”.
“Devíamos prestar atenção no que a história nos ensina. Em um contexto no qual há uma tensão global entre democracias e autocracias e no qual temos um Presidente da República que adula ditadores como Maduro e Ortega, seria oportuno revisitar o tema da inviolabilidadade dos parlamentares por suas opiniões, palavras ou votos, tendo presente que se trata não de um privilégio de poucos, mas de uma garantia de muitos contra a tirania”, diz Moro.
Em suma, o texto do senador é um ataque a Lula e uma defesa ao direito de continuar produzindo fake news contra ele. Temendo perder o mandato, como seu colega Deltan Dallagnol, ele agora tenta buscar o apoio de bolsonaristas.
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