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O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu a suspensão da investigação da Polícia Federal (PF) que apura suposto esquema envolvendo aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), incluindo um ex-assessor do político.
Aras atendeu a um requerimento da Mesa Diretora da Câmara para que o inquérito seja remetido da 2ª Vara Federal de Maceió, em Alagoas, para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Na manifestação, o PGR disse que o inquérito deve ser paralisado até que o STF decida a competência da investigação em tramitação na primeira instância da Justiça Federal. Aras defende que, como há menção ao deputado federal Gilvan Máximo (Republicanos-DF), que supostamente se beneficiou do esquema, a Corte deve analisar o caso.
A PF, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou uma operação no início deste mês, que visa desarticular uma organização criminosa suspeita de fraude em licitação e lavagem de dinheiro que teria desviado recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao Ministério da Educação (MEC).
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