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Em mais um episódio que evidencia a falta de ética e transparência da gestão anterior, a Polícia Federal identificou uma ligação preocupante entre Mauro Cid e Paulo Figueiredo Filho, no escândalo da venda das joias árabes.
A investigação, que tem sido conduzida com rigor e seriedade, revelou que Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Figueiredo, teve participação direta na negociação das joias. Uma manobra que, sem dúvida, mancha ainda mais a reputação daqueles associados ao governo Bolsonaro.
A PF, em sua diligência, descobriu que Figueiredo Filho foi o intermediário na venda de um bracelete de ouro, avaliado em mais de R$ 3 milhões. Este bracelete foi um presente diplomático recebido por Jair Bolsonaro durante sua visita à Arábia Saudita.
A operação, que tem desvendado as tramas obscuras do governo anterior, também aponta que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, teve papel crucial neste esquema. A relação entre Cid e Figueiredo Filho é evidente e comprometedora.
A venda ilegal de presentes diplomáticos é apenas a ponta do iceberg de um governo que priorizou interesses pessoais em detrimento do bem público. O Brasil, sob a liderança de Lula, busca agora corrigir os erros e restaurar a dignidade da nação.
A sociedade brasileira aguarda justiça e transparência, enquanto os envolvidos tentam, sem sucesso, se desvencilhar das evidências que os incriminam.
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