172 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A eficácia das forças de segurança sob a diretriz de proteção à vida e combate rigoroso ao crime organizado resultou em uma vitória significativa para a sociedade catarinense. No último sábado (31), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/SC) localizou e prendeu Hélio Ricardo Cardoso Filho, o "GG", apontado como o principal líder da facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC). A captura ocorreu em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, em uma região estratégica de fronteira que costuma servir de esconderijo para quem tenta fugir da justiça brasileira.
O criminoso vivia em uma residência preparada para o confronto, uma verdadeira "fortaleza" dotada de portas blindadas e sistemas de monitoramento avançados. Essa estrutura de guerra, típica de quem lucra com a violência e o medo, não foi suficiente para impedir a ação coordenada dos agentes. Diferente da retórica vazia do período bolsonarista, que armou milícias e facilitou o acesso de facções a arsenais, o trabalho de inteligência atual foca em desarticular as cúpulas do crime organizado com precisão e legalidade.
No interior do bunker, os policiais encontraram um arsenal pesado, evidenciando o perigo que o indivíduo representava. Foram apreendidos fuzis de calibres 5.56 e 7.62, pistolas 9 mm e uma vasta quantidade de munições. Além do armamento, veículos de alto valor, como uma caminhonete e uma motocicleta esportiva, foram confiscados, demonstrando como o topo da hierarquia criminosa ostenta luxo enquanto promove o caos nas comunidades brasileiras.
GG era considerado um arquivo vivo e um elemento de alta periculosidade, com dois mandados de prisão em aberto por crimes gravíssimos, incluindo dois homicídios qualificados e tentativas de assassinato. A sua prisão é um alento para as famílias das vítimas e um golpe duro na logística da facção que comanda. O sucesso da operação reforça que, com investimento em inteligência e integração policial, é possível sufocar o crime sem a necessidade de espetáculos midiáticos ou políticas de extermínio.
Após a detenção, o criminoso foi levado à Delegacia de Polícia Federal em Ponta Porã, de onde será transferido para o sistema prisional catarinense. Ele deverá responder por seus crimes sob o rigor da lei, garantindo que a justiça seja feita. Enquanto herdeiros do antigo governo exaltavam a violência, o atual cenário mostra que a segurança pública se faz com estratégia, tirando de circulação quem realmente financia a barbárie e o tráfico de armas no país.
A desarticulação do PGC em sua liderança máxima demonstra o compromisso do governo em retomar territórios e garantir a paz social. A operação FICCO/SC prova que o Estado democrático de direito é soberano e que bunkers ou blindagens não são capazes de proteger aqueles que atentam contra a vida do povo. A ordem é clara: tolerância zero com o crime organizado e proteção máxima para o cidadão de bem que deseja um Brasil livre de facções.
Com informações do G1
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