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Numa tentativa audaciosa, o blogueiro e influenciador Wellington Macedo, acusado de envolvimento na tentativa de explosão de uma bomba perto do aeroporto de Brasília em dezembro, buscou se credenciar para cobrir a posse do presidente paraguaio Santiago Peña, onde o presidente Lula estava presente.
Macedo, que é bolsonarista, fez a solicitação de credenciamento como jornalista independente pelo El Pueblo Podcast. No entanto, após ser alertado pelo governo brasileiro, o governo paraguaio decidiu não fornecer a credencial.
O influenciador, que se declara inocente e vítima de perseguição, está foragido desde o incidente com a bomba. Ele rompeu sua tornozeleira eletrônica e deixou o Distrito Federal, escondendo-se em uma fazenda.
Macedo já ocupou um cargo no governo de Jair Bolsonaro, atuando como assessor da então ministra Damares Alves. Ele foi preso após o incidente com a bomba, mas deixou a prisão e foi monitorado por tornozeleira eletrônica.
Segundo Macedo, no dia do incidente com a bomba, ele estava gravando vídeos para um documentário quando foi abordado por Alan Diego, que lhe pediu uma carona para o aeroporto. Macedo afirma que foi surpreendido quando Alan Diego colocou a bomba em um caminhão no aeroporto.
O empresário George Washington, também envolvido no caso, disse à polícia que o plano era instalar explosivos em locais da capital federal antes da posse de Lula, com o objetivo de causar caos e possivelmente provocar uma intervenção militar.
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