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O general Mauro Cesar Lourena Cid, pai do tenente-coronel Mauro Cid, encontra-se no centro das atenções após ser mencionado na investigação da Polícia Federal sobre a Organização Criminosa que traficou joias da Presidência nos EUA. A situação provocou tensões na cúpula militar, especialmente com a família Bolsonaro.
O general, que já estava descontente com Bolsonaro devido à inação diante da prisão de seu filho, ex-ajudante de ordens da Presidência da República, agora enfrenta um dilema ainda maior após se tornar alvo da PF.
Lourena Cid e Bolsonaro têm uma amizade que remonta aos tempos da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) nos anos 1970. No entanto, o general está desapontado ao ver seu filho detido por mais de três meses, enquanto a família Bolsonaro segue sua rotina.
A apreensão do celular de Lourena Cid pela Polícia Federal gerou preocupações na cúpula das Forças Armadas. Há temores de que as informações contidas no dispositivo possam comprometer militares ativos e manchar ainda mais a reputação das forças armadas.
Entre os militares de alta patente, alguns defendem que as Forças Armadas devem se distanciar do general, que está na reserva, e deixar a família Cid enfrentar a justiça por conta própria.
O brigadeiro Sérgio Xavier Ferolla, ex-presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ressaltou a necessidade de justiça e lembrou que havia alertado a cúpula militar sobre os riscos da aproximação política durante a ascensão de Bolsonaro.
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