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Em mais uma tentativa desesperada de desviar a atenção das graves acusações feitas contra ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, conhecido por suas constantes investidas contra a democracia, decidiu apresentar uma queixa-crime contra o hacker Walter Delgatti Netto, alegando crimes contra a honra.
Durante o depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), Delgatti Netto trouxe à luz informações alarmantes. Ele afirmou que, em uma reunião com Bolsonaro em 2022, foi informado de que o governo havia conseguido grampear o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Bolsonaro, em sua tentativa de manipular a narrativa, teria solicitado que Delgatti assumisse a autoria desse grampo.
O hacker também revelou um encontro com Bolsonaro, onde o ex-presidente o questionou sobre a possibilidade de invadir as urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Bolsonaro teria instruído Delgatti a se reunir com técnicos do Ministério da Defesa para discutir o assunto.
Fábio Wajngarten, advogado e ex-secretário de Comunicação, rapidamente foi às redes sociais para negar as acusações. Em sua postagem, ele afirmou que nunca houve qualquer atividade ilegal por parte do entorno de Bolsonaro.
No entanto, as revelações de Delgatti colocam em xeque a integridade e as intenções do ex-presidente, levantando sérias preocupações sobre a saúde da democracia brasileira sob sua gestão.
Enquanto Bolsonaro tenta desviar a atenção com queixas-crime, o país aguarda ansiosamente por justiça e transparência em relação às ações do ex-mandatário.
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