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Sob a liderança do general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, promovido por Lula após os eventos golpistas de 8 de Janeiro, o Exército decidiu se distanciar dos militares mencionados por Walter Delgatti, o renomado hacker de Araraquara, em seu depoimento à CPMI dos Atos Golpistas.
Segundo informações de Bela Megale, do jornal O Globo, a alta cúpula do Exército optou por considerar as ações dos citados como individuais, permitindo que eles se defendam por conta própria. A estratégia é clara: manter a integridade institucional do Exército.
A diretriz do Exército é seguir a orientação de despolitização dada por Tomás Paiva e se concentrar em suas responsabilidades institucionais, evitando envolvimentos políticos.
Delgatti mencionou encontros com figuras de destaque, como o ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, e o general Marco Antônio Freire Gomes, que liderou o Exército em 2022.
O hacker alegou que, após várias reuniões no Ministério da Defesa, forneceu dados que foram incluídos no relatório oficial da auditoria. Este relatório, com 63 páginas, foi divulgado em novembro de 2022 e contou com a assinatura de vários militares de alta patente.
Delgatti também mencionou sua interação com o coronel Eduardo Gomes da Silva, um assessor da Casa Civil, e o coronel Marcelo Jesus, do Exército, destacando a profundidade de suas conexões e a extensão de sua influência.
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