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Em um momento crucial para a democracia brasileira, durante o depoimento do hacker Walter Delgatti Netto à CPI de 8 de Janeiro, parlamentares trouxeram à tona a postura questionável de líderes da Polícia Militar do Distrito Federal.
O Ministério Público Federal denunciou os principais líderes da PMDF por sua negligência em responder aos atos golpistas de 8 de janeiro. As investigações revelaram a intenção de impedir a intervenção da Força Nacional, convocada pelo ministro da Justiça, Flávio Dino.
Em mensagens obtidas, dois oficiais encarregados da operação no dia da invasão de prédios públicos admitiram que planejavam obstruir a participação das forças federais, uma atitude que desafia a ordem e a justiça.
O Major Flávio de Alencar, em uma postagem do jornal O Globo, comunicou ao coronel Marcelo Casimiro sua decisão de não autorizar o auxílio da Força Nacional, demonstrando uma postura de desafio: "Comando, vou falar logo pro senhor, viu? Se eu estiver amanhã de comandante... eu não vou permitir a atuação da Força Nacional na nossa Esplanada, viu? Não vou autorizar".
O Ministério Público Federal destacou que, apesar da resistência de Alencar à atuação da Força Nacional, ele foi mantido no comando da operação por Casimiro. Esta decisão levanta preocupações sobre a integridade e objetivos da operação policial naquele dia.
Mesmo com a clara resistência de Alencar, ele foi mantido por Casimiro no controle da operação, uma decisão que coloca em xeque a transparência e compromisso com a ordem pública.
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