1571 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
O governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo, promoveu um corte significativo no programa de câmeras corporais da Polícia Militar. Segundo o Diário Oficial, R$ 11 milhões, antes destinados ao programa, foram redirecionados para apoiar atividades ostensivas e despesas diárias da PM.
Uma análise da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) revelou que a alocação de recursos para o programa caiu de R$ 152 milhões para R$ 136 milhões. Até agora, apenas R$ 45 milhões foram efetivamente utilizados.
Durante sua campanha, Tarcísio prometeu eliminar o programa de câmeras. No entanto, mudou de ideia após evidências mostrarem que as câmeras reduziam a letalidade policial. Recentemente, após a morte de um agente da Rota no Guarujá, houve pressão para encerrar o programa.
A oposição, incluindo PT e PSOL, resiste à redução do programa. Em um evento recente, 16 fatalidades foram registradas pela polícia, mas a maioria não foi capturada pelas câmeras, levantando suspeitas de execuções.
Imagens submetidas ao Ministério Público mostram registros de confrontos em apenas 3 dos 16 casos da operação "Escudo".
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