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A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, lança um olhar crítico sobre as políticas monetárias vigentes no Brasil, marcadas por uma taxa de juros considerada exorbitante pelo Banco Central, sob a direção de Roberto Campos Neto. Esta política, segundo Hoffmann, não só desacelerou o crescimento econômico na segunda metade do ano, como também ameaça impor uma "ditadura monetária" sobre o país, restringindo o desenvolvimento econômico e social.
Sob a gestão de Lula, o Brasil testemunhou um crescimento do PIB de 2,9% em 2023, um feito que superou em três vezes as previsões iniciais dos analistas do mercado financeiro. Este sucesso, no entanto, foi ofuscado pelos juros elevados que, de acordo com dados do IBGE, contribuíram para a queda dos investimentos e a estagnação econômica durante o segundo semestre.
A postura do Banco Central, endossada por Campos Neto e amplificada pela cobertura da imprensa corporativa, é vista por Hoffmann como um obstáculo ao progresso, negligenciando a necessidade de uma política monetária que esteja em harmonia visando crescimento e justiça social do governo Lula.
A crítica de Hoffmann não poupa as demandas por maior autonomia do Banco Central, percebidas como uma tentativa de desvincular ainda mais a instituição das necessidades reais da economia brasileira. Ela argumenta que tal autonomia poderia levar a uma política de juros ainda mais desconectada da realidade econômica e social do país, comprometendo o emprego, os salários e o bem-estar geral da população.
Governo @LulaOficial fez o PIB de 2023 crescer 3 vezes acima das previsões, mas os dados do IBGE demonstram que os juros exorbitantes do BC derrubaram os investimentos e estagnaram o crescimento no segundo semestre. É uma política monetária que segue ameaçando o país, mas a gente…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) March 3, 2024