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O presidente da Argentina, Javier Milei, tomou a controversa decisão de desativar a agência pública de notícias Télam, ação que incluiu o desligamento de todos os seus funcionários e a remoção do site da agência da internet. Esta medida drástica foi executada com o apoio da força policial, que cercou as instalações da estatal, causando protestos por parte dos empregados e sindicatos. Os trabalhadores da Télam foram abruptamente informados sobre suas demissões através de um e-mail recebido na madrugada de segunda-feira (4), intensificando a tensão e a incerteza sobre o futuro da liberdade de imprensa no país.
Durante um discurso no Congresso argentino, Milei já havia expressado sua intenção de fechar a agência, alegando que ela vinha sendo usada como ferramenta de propaganda kirchnerista nas últimas décadas. A decisão final de encerrar as atividades da Télam foi justificada pelo porta-voz do governo, Manuel Adorni, como uma medida para conter supostos prejuízos, enquanto a presença policial massiva e as barreiras de metal foram descritas como medidas preventivas contra possíveis invasões.
Governo Milei tira estatal de notícias do ar, e polícia cerca prédio em Buenos Aires. Sindicatos protestam e dizem que fechamento é ilegal
— Júlia Barbon (@juliabarbon) March 4, 2024
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