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Em meio a um cenário político marcado por controvérsias e desafios, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, destaca-se por sua crítica direta à gestão de Jair Bolsonaro, especialmente em relação à liberação de armas para indivíduos com histórico criminal. Hoffmann aponta para uma era de governo marcada por decisões que, segundo ela, alimentaram a violência e o crime organizado no Brasil, evidenciando um passado repleto de ações questionáveis que teriam facilitado o acesso a armas por parte de criminosos, incluindo traficantes e assassinos.
Segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), mais de 5 mil condenados conseguiram obter ou renovar certificados de registro de armas entre 2019 e 2022, incluindo 2.609 foragidos da justiça, além da compra de mais de 16 mil munições em nome de pessoas já falecidas. Estes dados, segundo Hoffmann, refletem uma política de armamentismo que teria contribuído para a escalada da violência no país.
A postura de Hoffmann ao condenar estas políticas não apenas reitera a posição do PT contra a flexibilização do controle de armas, mas também enfatiza a necessidade de revisar e fortalecer os mecanismos de fiscalização e controle para prevenir a violência e garantir a segurança pública.
Bolsonaro armou e municiou o crime organizado no Brasil com seus decretos criminosos de liberação e total falta de fiscalização do Exército em seu governo. Relatório do TCU mostra que, entre 2019 e 2022, mais de 5 mil condenados obtiveram ou renovaram certificados de registros de…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) March 4, 2024