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No contexto do trágico assassinato de Marielle Franco, a Justiça do Rio de Janeiro mantém a prisão preventiva de Edilson Barbosa dos Santos, conhecido como Orelha. Acusado de facilitar a eliminação do veículo crucial no crime, a participação de Orelha aponta para uma trama complexa e sombria que envolveu ex-policiais militares como Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz.
A persistência de mais prisões ligadas à quadrilha de Lessa sublinha a profundidade e amplitude do desafio enfrentado pelas autoridades na desarticulação de estruturas criminosas enraizadas. Marielle Franco, cuja vida foi ceifada em março de 2018, se tornou um símbolo internacional da luta contra a violência, a discriminação e a corrupção, lembrando a todos da vulnerabilidade dos defensores dos direitos humanos e da necessidade imperativa de proteção e justiça.
Este trágico assassinato de uma vereadora, testa os fundamentos da justiça, da responsabilidade e do compromisso do Brasil com os direitos humanos. A manutenção da prisão de Santos não é apenas um passo em direção à justiça para Marielle e seu motorista Anderson Gomes, mas também um sinal de que a impunidade não prevalecerá.
Com informações do Brasil247
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