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Os depoimentos de ex-comandantes militares à Polícia Federal (PF) colocam uma luz sobre as tentativas de subversão da democracia brasileira, revelando participações em reuniões de cunho golpista lideradas pelo ex-ministro da Defesa, general Paulo Sergio Nogueira, sob a gestão de Jair Bolsonaro.
General Marco Antonio Freire Gomes e brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior relataram a presença de Nogueira em discussões explícitas sobre impedir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, através de ações golpistas. Essas reuniões, algumas das quais sem a presença direta de Bolsonaro, sublinham a gravidade das tentativas de desrespeitar a vontade popular expressa nas urnas.
Esta revelação não apenas destaca o risco que tais manobras representam para a estabilidade democrática do Brasil, mas também expõe a extensão dos esforços para minar as instituições do país. Ao descrever detalhadamente a participação em encontros focados na desestabilização do processo democrático, Freire Gomes e Baptista Junior contribuem para o entendimento público da seriedade das ameaças enfrentadas pela democracia brasileira no período pós-eleitoral de 2022.
O envolvimento de altos escalões militares em discussões golpistas, sob a coordenação do então ministro da Defesa, reitera a necessidade urgente de vigilância e responsabilidade democrática. O relato destes encontros não só reforça a importância da independência das Forças Armadas de atividades políticas partidárias, mas também a necessidade de fortalecer as salvaguardas institucionais contra o abuso de poder.
Com informações do jornal O Globo
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