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A Secretaria de Saúde de Santos irá investigar denúncias de manipulação de cenas de crime envolvendo supostos confrontos com a Polícia Militar, onde corpos de vítimas são transportados como se estivessem vivos para hospitais, dificultando o trabalho de perícia. A Ouvidoria da Polícia de São Paulo e entidades de direitos humanos apontam essa prática como uma estratégia para alterar a cena do crime. A Prefeitura de Santos, por sua vez, nega conhecimento de tais irregularidades e esclarece os procedimentos padrões do SAMU no socorro e transporte de vítimas.
Claudinho Silva, ouvidor da Polícia de São Paulo, revela que muitas vítimas são levadas em viaturas da PM e do Corpo de Bombeiros, o que contraria resoluções da Secretaria da Segurança Pública, indicando uma possível coordenação para evitar a preservação dos locais dos incidentes. Essa prática tem levantado preocupações sobre a transparência e a justiça nas ocorrências de violência na região.
A Baixada Santista vivenciou um aumento significativo no número de mortes em supostos confrontos desde o início da Operação Verão III, com 39 pessoas falecidas até o momento. A postura da polícia, acusada de resistência às abordagens, é contestada por diversas entidades, levantando questionamentos sobre a legitimidade das ações policiais.
A análise desses acontecimentos reflete a urgência de um exame aprofundado e imparcial para assegurar a justiça e a integridade do processo legal, além de garantir a proteção dos direitos humanos na região.
Com informações do Metrópoles
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