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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, posicionou-se firmemente contra a revogação da prisão preventiva do coronel aposentado do Exército Marcelo Câmara, um dos colaboradores mais próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Câmara encontra-se recluso desde 8 de fevereiro por determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, sob suspeita de envolvimento em planos golpistas.
A defesa do coronel argumentou pela ilegalidade de sua detenção, alegando falta de evidências concretas de que Câmara tenha participado de atividades ilícitas, como o monitoramento não autorizado de autoridades. Entretanto, a réplica de Gonet ao STF enfatizou a importância da manutenção da custódia como medida cautelar indispensável à continuidade das investigações, reiterando que o cenário que levou à prisão permanece inalterado e que é crucial garantir a eficácia da aplicação da lei penal.
Notavelmente, a postura de Gonet perante o caso de Marcelo Câmara contrasta com sua abordagem em relação a Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro para Assuntos Internacionais, para quem o procurador-geral manifestou apoio à soltura. Essa discrepância de tratamento entre figuras próximas ao ex-presidente reflete a complexidade e a gravidade dos delitos em análise, evidenciando a cautela com que o judiciário e o Ministério Público Federal abordam as diversas nuances dessas investigações.
O apoio à continuidade da prisão de Câmara pelo procurador-geral da República sinaliza uma firme posição das autoridades judiciais contra aqueles que, de alguma forma, possam ter contribuído para desestabilizar a democracia brasileira. Neste contexto de defesa das instituições democráticas, as decisões da PGR e do STF demonstram um compromisso inabalável com a justiça e a manutenção da ordem constitucional.
Com informações do Metrópoles
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