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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que as restrições impostas pelo governo Donald Trump contra sua família e sua participação na ONU podem atrasar, mas não impedirão o Brasil de firmar parcerias internacionais na área da saúde. Durante visita a obras no Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, Padilha destacou que as sanções não conseguiram barrar acordos importantes, como a produção da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), que estará disponível no SUS a partir de novembro. "Eles até podem restringir a circulação de um ministro, mas não podem restringir a ideia", afirmou.
O ministro revelou que as restrições o impediram de participar presencialmente da Assembleia da Organização Pan-Americana da Saúde em Washington, mas garantiu que as negociações ocorrerão no Brasil ou em outros países.
Sobre o impacto das tarifas americanas, Padilha explicou que afetam principalmente a indústria exportadora de equipamentos médicos, mas já há medidas para mitigar os efeitos com apoio do BNDES e busca por novos mercados. Durante a agenda, anunciou ainda que o SUS distribuirá 1,8 milhão de implantes contraceptivos até o final de 2026, visando reduzir a gravidez na adolescência.
Com informações da Agência Brasil
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