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A ausência do governador Tarcísio de Freitas na posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, gerou fortes críticas mesmo entre seus pares da direita, que avaliaram a decisão como um grave erro estratégico e uma demonstração de submissão a Jair Bolsonaro. Enquanto governadores conservadores como Ronaldo Caiado, Cláudio Castro, Romeu Zema e Eduardo Leite prestigiaram a cerimônia em Brasília, Tarcísio optou por se reunir com o ex-presidente, interpretado por colegas como alguém que "mostrou total falta de independência" e faltou com o "sentimento de homem público que não pode misturar divergências políticas com a institucionalidade do país".
A leitura política que circula entre governadores e parlamentares é que o movimento reforça as ambições presidenciais de Tarcísio para 2026, indicando que ele prioriza consolidar o apoio de Bolsonaro em vez de recompor pontes com o Judiciário após suas duras críticas ao STF. Enquanto o governador paulista se ausentava, seu secretário de Governo, Gilberto Kassab, marcava presença no evento e era amplamente procurado por políticos e ministros do governo Lula, num contraste que evidencia o isolamento crescente de Tarcísio diante de importantes atores institucionais e até dentro de seu próprio espectro político.
Com informações do G1
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