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Umberto Alberto Gomes, de 39 anos, suspeito de envolvimento no assassinato do delegado Ruy Ferraz Fontes, foi morto em confronto com a polícia em São José dos Pinhais (PR). Segundo a Polícia Civil, ele resistiu à prisão e acabou baleado. O secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou a morte em suas redes sociais.
As investigações apontaram Gomes após a identificação de suas digitais em uma casa alugada em Mongaguá, no litoral paulista, usada pela quadrilha como base logística para o crime. A Justiça já havia decretado sua prisão temporária por 30 dias. O delegado foi executado no último dia 15, em Praia Grande.
Outro foragido é Flávio Henrique Ferreira de Souza, de 24 anos, ligado ao PCC. Ele teria alugado a casa em Mongaguá e também deixou impressões digitais no Jeep Renegade usado na fuga. Entre os oito acusados com prisão decretada, Flávio e outros dois ainda não foram localizados.
Quatro suspeitos já estão presos: Willian Silva Marques, responsável por alugar a primeira casa em Praia Grande; Dahesly Oliveira Pires, acusada de transportar um fuzil; Luiz Henrique Santos Batista, o “Fofão”, que admitiu ter dado fuga a um dos envolvidos; e Rafael Marcell Dias Simões, conhecido como “Jaguar”, que se apresentou à polícia, mas alega inocência.
As autoridades seguem em busca dos foragidos, enquanto reforçam o combate às ações do PCC, facção que mais uma vez mostra seu peso criminoso na organização do atentado contra o delegado.
Assista:
Um criminoso com passagens por roubo e organização criminosa foi identificado como possível atirador do assassinato do Dr. Ruy Ferraz Fontes. Ele fugiu para o Paraná, mas equipes da Polícia Civil o localizaram. Ele resistiu à prisão. Graças a Deus, nossos policiais estão bem. pic.twitter.com/Zr4ngOCsl0
— Guilherme Derrite (@DerriteSP) September 30, 2025