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A CPMI do INSS foi palco de um novo capítulo nesta sexta-feira (27) com a apresentação de um relatório paralelo pela base governista que pede o indiciamento de Jair Bolsonaro, do senador Flávio Bolsonaro e de outras 130 pessoas, além de determinar que a Polícia Federal aprofunde as investigações sobre mais 62 indivíduos e 9 pessoas jurídicas. O documento, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), acusa o ex-presidente de ser o "cérebro" de uma organização criminosa que atuou no esquema investigado. A estratégia da base aliada é rejeitar o parecer oficial do relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) e aprovar o texto alternativo na votação final.
Em declaração a jornalistas, Pimenta detalhou as acusações contra Bolsonaro: "Estamos propondo o indiciamento do senhor Jair Messias Bolsonaro como chefe dessa organização criminosa. Jair Bolsonaro é o cérebro dessa organização criminosa, e nós vamos propor o indiciamento dele por organização criminosa, vamos propor por improbidade administrativa e também por furto qualificado de idosos". O relatório também pede que o senador Flávio Bolsonaro seja indiciado pelo crime de organização criminosa, ampliando significativamente o alcance das responsabilizações em relação ao texto original.
A disputa política na comissão evidencia a polarização em torno das conclusões finais das investigações sobre o INSS. O uso de relatórios paralelos é um instrumento comum quando há divergência significativa entre os integrantes, e a decisão final que será deliberada nos próximos dias pode influenciar diretamente eventuais encaminhamentos judiciais e políticos decorrentes do esquema que lesou aposentados e pensionistas.
Com informações do Brasil247
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