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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a devolução de R$ 2,9 bilhões a aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos indevidos em suas folhas de pagamento. Segundo balanço oficial do INSS, a auditoria realizada pelo órgão já ressarciu 4,3 milhões de beneficiários em todo o país, após investigações detalhadas sobre fraudes envolvendo associações e entidades que realizavam cobranças não autorizadas. O processo de apuração contou com o esforço conjunto da Controladoria-Geral da União e do Ministério da Previdência Social para identificar e interromper o esquema que, segundo a atual administração, não foi combatido de forma adequada pela gestão anterior.
Os dados mostram que o estado de São Paulo lidera o volume de restituições, com mais de 732 mil pessoas recebendo um total de R$ 532,6 milhões. Outros estados com grande impacto foram Minas Gerais, com R$ 299,1 milhões devolvidos, e a Bahia, onde 422 mil aposentados recuperaram R$ 276,1 milhões. No Rio de Janeiro e no Ceará, os valores restituídos somam, respectivamente, R$ 211,6 milhões e R$ 187,4 milhões. O governo destaca que essa ação é parte de uma política de proteção aos segurados mais vulneráveis e que os valores estão sendo depositados diretamente nas contas dos beneficiários prejudicados.
No campo político, o encerramento da CPMI do INSS na madrugada de sábado foi marcado pela rejeição do relatório do deputado Alfredo Gaspar por 19 votos a 12. A base governista celebrou a derrota do documento, classificando-o como uma tentativa de omitir as irregularidades cometidas durante o governo Bolsonaro. O líder do governo na comissão, deputado Paulo Pimenta, afirmou que a maioria do colegiado elaborou um relatório alternativo que propõe o indiciamento de 130 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, por crimes como organização criminosa e furto qualificado contra idosos.
O relatório da maioria agora segue para a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal para que as investigações criminais tenham continuidade. Enquanto as instâncias judiciais apuram as responsabilidades de agentes públicos e privados no esquema de corrupção, o governo federal mantém o compromisso de monitorar a folha de pagamento do INSS para evitar novos abusos. A vitória política no Congresso, somada ao ressarcimento bilionário, é apresentada pelo Palácio do Planalto como uma prova da eficiência ética e administrativa na reconstrução das instituições públicas brasileiras.
Com informações do Brasil247
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