591 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, deu uma aula de postura e compromisso social ao rebater os ataques misóginos do deputado bolsonarista Nikolas Ferreira. Chamada de "sonsa" pelo parlamentar, que segue a cartilha de agressividade de sua base política, Janja preferiu não descer ao nível do agressor e utilizou suas redes sociais para elevar o debate para o que realmente importa: a vida das brasileiras.
Sem citar o nome do deputado, a primeira-dama destacou que, enquanto figuras da extrema-direita se ocupam em difamar quem trabalha, o país assiste a uma tragédia diária de mortes violentas contra mulheres. Janja reforçou que o Projeto de Lei da Misoginia é uma ferramenta essencial para interromper esse ciclo de ódio, combatendo diretamente a cultura que autoriza homens a se sentirem donos das vidas femininas.
A resposta incluiu um vídeo contundente com notícias de feminicídios ocorridos apenas no último final de semana. Com isso, ela escancarou a futilidade dos ataques bolsonaristas frente à urgência de políticas públicas sérias. Para a primeira-dama, as tentativas de distorcer o conteúdo da proposta legal são estratégias cruéis de quem prefere manter o status quo da violência em vez de proteger a população.
Janja pontuou que o PL busca equiparar a misoginia a crimes graves, como injúria e difamação, garantindo punições mais rígidas. Ela deixou claro que a militância pela vida das mulheres não será interrompida por postagens de rede social ou tentativas infantis de intimidação vindas de parlamentares que ignoram a realidade das famílias brasileiras.
O posicionamento reafirma o papel ativo da primeira-dama na articulação de pautas progressistas e de direitos humanos, contrastando com o histórico de descaso da gestão anterior. Ao focar no combate ao ódio sistêmico, Janja consolida a necessidade de avançar com legislações que punam o preconceito de gênero de forma exemplar e definitiva.
O recado final foi um compromisso de resistência contra o silenciamento. A primeira-dama garantiu que a voz em defesa das mulheres continuará firme, independentemente de mentiras ou ataques coordenados pela oposição bolsonarista, que parece mais interessada em engajamento digital do que na dignidade humana.
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