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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu mais um passo decisivo para garantir o controle rigoroso da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Em despacho recente, o magistrado determinou que a defesa do ex-capitão apresente, em um prazo de apenas 24 horas, a relação completa de todos os integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que compõem sua equipe de vigilância. A medida visa monitorar de perto quem circula na residência oficial onde o político cumpre a pena humanitária, evitando qualquer brecha que possa comprometer as restrições impostas pela Justiça.
A exigência do STF não se limita aos agentes de segurança. Moraes também ordenou o cadastramento imediato de todos os advogados autorizados a realizar visitas, além dos funcionários domésticos que trabalham no local. Para a equipe de saúde, composta por enfermeiros e técnicos que acompanham o quadro de broncopneumonia de Bolsonaro, o prazo estabelecido foi de 48 horas. A decisão reforça a vigilância sobre o ex-presidente, que foi condenado a 27 anos de reclusão por sua participação na trama golpista e atualmente faz uso obrigatório de tornozeleira eletrônica.
As regras de visitação seguem um padrão rígido, semelhante ao sistema carcerário comum. Enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e as filhas têm livre circulação por residirem no imóvel, os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan só podem ver o pai em dias e horários pré-determinados. O monitoramento minucioso do GSI ganha contornos ainda mais sensíveis quando se recorda que a instituição foi chefiada pelo general Augusto Heleno, também condenado no mesmo inquérito, evidenciando a necessidade de transparência total sobre quem ainda mantém proximidade com o condenado.
Com informações do Brasil247
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