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A máscara de Luiz Teixeira da Silva Júnior, o biomédico que ganhou notoriedade negativa ao se envolver na divulgação de um laudo falso contra Guilherme Boulos (PSOL) nas eleições de 2024, caiu novamente. Desta vez, ele é o protagonista de uma investigação explosiva conduzida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pelo Gaeco. Teixeira foi preso temporariamente sob a acusação de liderar uma tentativa de desvio colossal de R$ 845 milhões do espólio de João Carlos Di Genio, o falecido fundador do grupo Unip/Objetivo.
O esquema, descrito pelas autoridades como uma "narrativa fantasiosa", envolvia a criação de dívidas inexistentes amparadas por documentos grosseiramente falsificados. Segundo a perícia, assinaturas de Di Genio foram forjadas por meio de decalques e montagens em contratos de compra e venda de centenas de imóveis. Para dar um ar de legalidade à fraude, o grupo teria criado até uma câmara de arbitragem de fachada, que emitiu uma sentença bilionária fictícia para tentar dar um golpe jurídico na família do empresário.
A Justiça não apenas determinou a prisão de Teixeira, como também ordenou o bloqueio de R$ 85 milhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades de sua empresa, a Colonizadora Planalto Paulista. A investigação aponta que o biomédico atuava conscientemente no suporte financeiro e jurídico dessa estrutura criminosa, que contava inclusive com a participação de condenados por tráfico internacional de drogas. O caso reforça o histórico de manipulação de documentos do investigado, unindo sua sanha golpista na política paulistana a crimes financeiros de alta periculosidade contra o patrimônio privado.
Com informações do jornal O Globo
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