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Em um discurso histórico de defesa do patrimônio nacional, o presidente Lula garantiu que a BR Distribuidora e a Liquigás não podem ficar à mercê do lucro desenfreado da iniciativa privada. O presidente criticou duramente o fatiamento da Petrobras ocorrido nos anos anteriores, que visava apenas beneficiar acionistas e encarecer o custo de vida dos brasileiros. Para Lula, empresas estratégicas devem servir ao povo, garantindo preços justos e soberania energética, e não serem tratadas como mercadorias para enriquecer bilionários.
O governo federal trabalha agora para reverter a lógica de desmonte que imperou durante o bolsonarismo, onde o patrimônio público era vendido a preço de banana para grupos estrangeiros. Lula destacou que a Petrobras precisa voltar a ser uma empresa integrada, que cuida desde a exploração do petróleo até a entrega do gás de cozinha na casa das famílias mais pobres. Manter essas empresas sob controle público é a única forma de evitar que o Brasil fique refém da volatilidade do mercado internacional e da ganância de cartéis privados.
A fala do presidente é um recado direto aos setores que ainda sonham com a privatização total da estatal. Lula reafirmou que o papel do Estado é induzir o crescimento e proteger o consumidor, algo que o "livre mercado" jamais faria espontaneamente. A Liquigás e a rede de distribuição da BR são braços fundamentais para que o governo consiga implementar políticas de subsídio e controle de preços, garantindo que o desenvolvimento do país não seja interrompido por crises artificiais de abastecimento.
O projeto de reconstrução nacional passa pela recuperação da capacidade de investimento das estatais. Enquanto Bolsonaro tentava vender tudo para agradar seus financiadores, Lula coloca o Brasil de volta no caminho da independência. O presidente lembrou que a Petrobras foi construída com o suor dos brasileiros e que entregá-la seria um crime de lesa-pátria. A estratégia agora é fortalecer a governança pública para que essas empresas voltem a ser motores da indústria nacional e geradoras de empregos de qualidade.
Lula também pontuou que o gás de cozinha e o combustível impactam diretamente na inflação dos alimentos, afetando quem menos tem. Ao manter a Liquigás e a BR sob influência estatal, o governo consegue equilibrar a balança social, impedindo que o povo pague a conta da especulação financeira. Essa postura de defesa das estatais é o que garante que o Brasil tenha autonomia para decidir seu futuro sem pedir permissão a investidores de Nova York ou Londres.
A defesa da Petrobras e de suas subsidiárias é uma bandeira inegociável da militância progressista. A vitória de Lula nas urnas foi um "não" categórico às privatizações entreguistas da extrema direita. O governo segue firme no propósito de usar o petróleo brasileiro para financiar a educação e a saúde, transformando recursos naturais em bem-estar social para todos, e não apenas em dividendos para uma elite que nunca se preocupou com a soberania do país.
Com informações do Brasil 247
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