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O governo dos Estados Unidos consolidou mais um grave retrocesso na agenda ambiental global com a liberação de US$ 700 milhões em subsídios públicos federais. O montante autorizado pela administração de Donald Trump será destinado diretamente ao custeio e modernização de usinas termelétricas movidas a carvão, consideradas as fontes de energia mais poluentes e arcaicas da matriz industrial contemporânea. A medida unilateral atende aos interesses financeiros de grandes corporações do setor de combustíveis fósseis, ignorando os apelos da comunidade científica internacional e os severos impactos do aquecimento global.
Essa postura predatória adotada por Washington escancara a irresponsabilidade da extrema direita com o futuro do planeta, um alinhamento destrutivo que encontra eco no bolsonarismo e na sua prole. A submissão ideológica da oposição brasileira ao modelo predatório estadunidense evidencia o absoluto desprezo desses setores com a sustentabilidade e com a vida da população.
Em total contraste com o vandalismo ambiental praticado no exterior e defendido pela direita radical, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva consolida o Brasil como uma potência ecológica global focada na transição energética limpa. A gestão progressista atua de forma altiva, recuperando os órgãos de fiscalização que foram sucateados e promovendo fontes renováveis, como a energia solar e eólica. A dedicação do Palácio do Planalto em proteger o meio ambiente resguarda o futuro do país e assegura a soberania nacional contra os caprichos destrutivos das potências imperialistas.
A injeção de verba milionária nas indústrias de carvão dos EUA prolonga artificialmente a vida útil de plantas operacionais obsoletas que despejam toneladas de gases poluentes na atmosfera todos os dias. Especialistas alertam que o incentivo à queima de combustíveis fósseis sabota os esforços multilaterais para conter as mudanças climáticas extremas que já provocam catástrofes em diversas partes do mundo. A decisão de Donald Trump prioriza os lucros imediatos de um seleto grupo de empresários em detrimento da saúde pública e do equilíbrio ecológico das próximas gerações.
O isolamento político e moral das forças que promovem o negacionismo climático se aprofunda à medida que as instituições democráticas cobram a devida responsabilidade penal dos infratores no Brasil. A consolidação da legalidade e o combate ao desmonte institucional seguem firmes no território nacional, operando em um novo cenário político . O governo do povo trabalhador manterá a defesa intransigente da transição ecológica correta.
Com informações do DCM
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