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Em uma demonstração categórica de altivez e defesa intransigente da soberania tecnológica e financeira do país, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, assegurou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva não recuará um milímetro sequer na proteção ao Pix. Durante entrevista detalhada ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação, o chefe da pasta rechaçou com veemência as acusações descabidas e de cunho imperialista desferidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos. O órgão norte-americano abriu uma agressiva investigação comercial contra o Brasil sob o pretexto de que a plataforma pública e gratuita operada pelo Banco Central configuraria uma "vantagem indevida" contra as corporações privadas de cartões de crédito e pagamentos eletrônicos sediadas em Nova York e Washington.
O ministro Moretti classificou a ferramenta de pagamentos instantâneos como um dos pilares estruturais mais fundamentais para o dinamismo e a inclusão bancária da economia brasileira, afastando qualquer hipótese de concessão ou submissão às pressões externas no processo de consultas públicas do USTR. O avanço da ofensiva comercial do governo de Donald Trump — que ameaça impor uma sobretaxa predatória de vinte e cinco por cento sobre os produtos brasileiros a partir de meados de julho — é visto nos bastidores diplomáticos como uma clara retaliação política. Diante do cerco econômico, Moretti revelou que a equipe econômica do presidente Lula já está com o plano de contingência pronto, acelerando a implementação do programa Brasil Soberano Dois para blindar a base industrial e abrir linhas de crédito massivas voltadas à diversificação de mercados compradores, diminuindo de vez a dependência do mercado norte-americano.
A ofensiva imperialista também escancara o desespero e o oportunismo da oposição bolsonarista. Diante do estrago político provocado pela revelação de que a sobretaxa dos Estados Unidos foi anunciada logo após encontros do clã Bolsonaro com Trump na Flórida, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manobrou às pressas para tentar se inscrever na audiência pública de Washington em julho. A tática de contenção de danos do parlamentar tenta desesperadamente desvincular sua imagem da autoria do "tarifaço", encenando uma suposta defesa dos exportadores brasileiros após ter sua postura de vassalagem desmascarada por lideranças progressistas. O governo federal, contudo, mantém o foco na ação institucional concreta: rebatendo os ataques com dados técnicos e provando que o patrimônio tecnológico do povo brasileiro e os interesses do setor produtivo nacional serão defendidos com unhas e dentes pela Presidência da República.
Com informações do Bom Dia Ministro
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