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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu à altura e denunciou mais um ato de traição à pátria promovido pela família Bolsonaro. O senador Flávio Bolsonaro enviou uma carta clandestina ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos para pedir que o governo de Donald Trump adie o tarifaço contra o mercado brasileiro para depois das eleições de 2026. A manobra mesquinha foi escancarada pelo presidente, que repudiou o entreguismo do clã e reafirmou que o país jamais vai se ajoelhar diante de chantagens estrangeiras.
O documento do filho de Jair Bolsonaro expõe uma mentalidade colonial ao defender que a sobretaxa estadunidense seja mantida, desde que aplicada após o pleito presidencial. A justificativa explícita do senador é puramente eleitoreira e visa sabotar a economia nacional, pois ele alega no texto que barrar as tarifas neste momento traria ganhos políticos para o governo Lula. O presidente rebateu a sordidez do plano, ressaltando que colocar os interesses eleitorais da extrema direita acima do bolso do povo trabalhador é uma atitude típica de traidores da pátria.
Além de boicotar as exportações, a extrema direita agora foca em sabotar o Pix, o sistema de pagamentos que é um patrimônio de inclusão bancária de nossa população. A ofensiva estadunidense, estimulada pelo clã que idolatra Donald Trump, questiona o mecanismo sob a alegação de concorrência desleal com as gigantes de cartões estadunidenses Visa e Mastercard. Lula mandou um aviso direto aos entreguistas e ao mercado externo de que o Pix é uma conquista intocável e que o governo popular não vai abrir mão dele para favorecer banqueiros internacionais.
O ataque da oposição atinge também a integração regional, com os filhos de Bolsonaro atuando ativamente para tentar destruir o Mercosul, bloco fundamental que acaba de selar um acordo histórico com a União Europeia. O presidente fez questão de frisar o absurdo da situação, lembrando que a própria crise comercial atual foi insuflada e celebrada publicamente pela família Bolsonaro. Enquanto os extremistas torcem pelo quanto pior, melhor, o atual governo se mantém firme na defesa do emprego e do desenvolvimento dos trabalhadores.
Apesar das provocações e da postura subserviente da oposição, o governo federal mantém uma diplomacia altiva e firme para proteger as indústrias nacionais. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, comandado por Márcio Elias Rosa, lidera as negociações com Washington para impedir a entrada em vigor de uma alíquota de 25% prevista para o meio de julho. Caso a gestão de Donald Trump decida pela sanção, o Brasil dialogará de igual para igual e acionará os mecanismos institucionais para reverter a medida, garantindo que o país não seja prejudicado por complôs políticos.
Com informações do Brasil 247
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