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O Brasil colhe os frutos do fortalecimento do mercado interno e do projeto de reconstrução nacional liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a taxa de desemprego no país desceu para 5,4% no segundo trimestre de 2026. O resultado consolida uma consistente trajetória de queda no indicador, recuando 0,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre do ano e 0,4 ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2025.
O avanço na geração de oportunidades foi impulsionado pela redução direta do desemprego em 13 estados brasileiros, com destaque positivo para o Nordeste e o Norte. Os recuos mais expressivos ocorreram em estados como Rio Grande do Norte, Paraíba, Acre, Tocantins, Alagoas e Minas Gerais. Além disso, a estabilização nas demais unidades da federação demonstra a sustentabilidade da recuperação econômica em nível nacional, contornando com políticas públicas inclusivas as velhas fragilidades históricas do mercado de trabalho.
A melhora dos indicadores reflete-se de forma direta no bolso e na qualidade de vida das trabalhadoras e dos trabalhadores. A massa de rendimento médio real habitualmente recebida por mês no país foi estimada no expressivo patamar de R$ 380,3 bilhões, registrando importante avanço em relação aos R$ 367,1 bilhões apurados no segundo trimestre do ano passado. No mesmo sentido, o tempo de busca por emprego apresentou forte redução, resultando numa queda de 15,6% no número de trabalhadores que enfrentavam o desemprego de longa duração, de dois anos ou mais.
O estudo detalha ainda que a imensa maioria dos empregados do setor privado atua com proteção social, alcançando 74,4% de formalidade com carteira de trabalho assinada, impulsionada por políticas regionais de incentivo à indústria, aos serviços e à renda. Embora persistam desafios decorrentes das disparidades estruturais de gênero, raça e escolaridade acumuladas ao longo dos anos, a trajetória ascendente dos salários — cujo rendimento médio atingiu R$ 3.738 no trimestre — reafirma o compromisso do governo federal com a justiça social, o pleno emprego e o aumento real do poder de compra da população.
Com informações do Brasil247
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