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247 - Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fez pouco caso da decisão do Supremo Tribunal Federal que o afastou do mandato de deputado federal, ao dizer nesta quinta-feira 19, de saída do Conselho de Ética, que voltará ao poder a circular pelos corredores da Câmara e a frequentar seu gabinete.
"Na segunda-feira estarei no meu gabinete", anunciou o peemedebista, segundo reportagem do Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado. "Vocês vão me ver de novo frequentando a Câmara", acrescentou.
"Eu estou suspenso do exercício do mandato e não de frequentar a Câmara. Vou frequentar meu gabinete pessoal não mais hoje, mas a partir de segunda-feira vocês me encontram no gabinete 510", disse. Questionado se poderia frequentar seu gabinete, o peemedebista afirmou que está suspenso do exercício do mandato e não do mandato.
Ao apresentar sua defesa hoje no Conselho de Ética, que pode cassar seu mandato, Cunha foi provocador. Chamou de "desnecessárias" diversas perguntas dos parlamentares e distribuiu alfinetadas, como para Alessandro Molon (Rede-RJ), a quem disse que iria dar "a atenção que ele merecia".
Em sua fala, Cunha voltou a negar ter contas no exterior, apesar das acusações da Procuradoria Geral da República, e assegurou não ter "um alfinete" na gestão do governo interino de Michel Temer, mesmo tendo indicado até o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE).
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