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Walter Delgatti Neto, conhecido hacker da Vaza Jato, informou à Polícia Federal que suas idas ao Ministério da Defesa ocorriam pela porta dos fundos. Segundo seu advogado, Ariovaldo Moreira, essa escolha visava evitar que sua presença fosse registrada nos sistemas da portaria principal.
Delgatti, em depoimentos recentes, mencionou que orientou o conteúdo do relatório do Ministério da Defesa sobre urnas eletrônicas entregue ao TSE em novembro de 2022. Esse documento, sob comando do general Paulo Sérgio de Oliveira, apontava riscos no processo eleitoral, mas sem apresentar provas concretas.
O hacker afirmou que os encontros no Ministério da Defesa ocorreram a pedido do então presidente Jair Bolsonaro. Ele disse ter se reunido cinco vezes com técnicos da pasta, e a Polícia Federal agora busca evidências dessas reuniões.
Investigações recentes revelaram uma minuta no celular do tenente-coronel Mauro Cid, que sugeria uma ruptura institucional no Brasil. Atualmente, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, encontra-se preso no Distrito Federal por fraudes em cartões de vacinação.
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