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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a quebra dos sigilos bancários do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esta decisão visa investigar a origem de uma quantia significativa que foi depositada em sua conta. A suspeita principal gira em torno das doações feitas ao ex-presidente por meio de Pix, que totalizam R$ 17 milhões.
A rapidez com que essa quantia foi transferida levanta suspeitas sobre o uso de "laranjas" para oficializar um recurso que, na realidade, poderia ser de caixa dois. A informação de que o pai do tenente-coronel Mauro Cid, o general Mauro Lourena Cid, possuía US$ 25 mil em dinheiro vivo para entregar a Bolsonaro após a venda de joias no exterior intensificou as suspeitas.
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indica que os R$ 17,2 milhões foram depositados na conta de Bolsonaro nos primeiros seis meses deste ano. Essas movimentações atípicas podem estar relacionadas a uma vaquinha feita por apoiadores para pagar multas do ex-presidente à Justiça.
O Coaf também reportou que parte dos recursos arrecadados via Pix foi convertida em aplicações financeiras. Há registros de transferências do PL, três empresas e outras 18 pessoas, incluindo advogados, empresários, militares e pecuaristas. Uma empresa, em particular, realizou 62 transferências via Pix.
O relatório com as movimentações financeiras atípicas na conta de Bolsonaro foi encaminhado pelo Coaf à Comissão Parlamentar de Inquérito Mista que investiga os atos do dia 8 de janeiro, conhecida como CPMI dos Atos Golpistas.
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