854 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
Durante uma reunião extraordinária no Palácio da Alvorada, o presidente Lula e o ministro da Defesa, José Múcio, juntamente com os comandantes das Forças Armadas, discutiram possíveis punições a militares que apoiaram a estratégia de Jair Bolsonaro de questionar a integridade das urnas eletrônicas e do processo eleitoral de 2022.
Embora o foco principal da reunião tenha sido o orçamento da Defesa para 2024, Lula também abordou a CPMI do 8 de janeiro. Ele mencionou o depoimento do hacker Walter Delgatti Neto, que alegou que o Ministério da Defesa, sob Bolsonaro, teve um papel direto no plano de desacreditar o sistema eleitoral.
Ficou decidido na reunião que o Exército não comentaria as declarações de Delgatti para evitar mais tensões, especialmente considerando os recentes ataques de 8 de janeiro.
O ministro da Defesa solicitou à Polícia Federal acesso aos nomes dos militares que se reuniram com Delgatti para planejar ataques às urnas eletrônicas. Múcio afirmou que, com base nas informações fornecidas pela PF, serão tomadas as medidas necessárias.
Aliados de Múcio acreditam que, após o depoimento de Delgatti detalhando a participação dos militares no plano golpista, as investigações sobre membros das Forças Armadas avançarão, incluindo investigações sobre o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira.
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