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Ataques dos Estados Unidos contra o território venezuelano atingiram a capital Caracas, os estados de Miranda e Aragua, além de várias outras localidades do país, resultando na morte de civis, autoridades e militares. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, condenou a "agressão brutal que tirou a vida de autoridades, militares e venezuelanos inocentes", enquanto o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, relatou a explosão de um carro em Caracas com vítimas civis. O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou que "nas primeiras horas de hoje, 3 de janeiro, o povo venezuelano se tornou alvo da mais criminosa agressão militar já perpetrada pelo governo dos Estados Unidos", acrescentando que "a barbárie das forças invasoras profanou nossa terra sagrada em Fuerte Tiuna, em Caracas, nos estados de Miranda e Aragua, e em La Guaira".
Diante da gravidade dos ataques, López enfatizou que as autoridades venezuelanas estão investigando relatos de possíveis vítimas civis e condenou energicamente a ofensiva, classificando-a como "vil e covarde" e que "coloca em risco a paz e a estabilidade da região". O ministro reafirmou a determinação de resistência do povo venezuelano: "Fomos atacados, mas não nos dobraremos... Juntos, soldados e povo, formaremos um muro inquebrantável de resistência". Em contraste com as vítimas venezuelanas, o jornal The New York Times informou, citando uma autoridade dos Estados Unidos, que nenhuma vítima americana resultou da operação. López concluiu com um apelo à população: "Não sucumbamos ao pânico que o inimigo busca semear. Evitemos o pânico e a anarquia", destacando a necessidade de manter a ordem frente à invasão.
Víctimas civiles. pic.twitter.com/HrdR355l24
— Gustavo Petro (@petrogustavo) January 3, 2026