Assessora de Trump é flagrada vigiando relógio para manipular mercado de apostas

Portal Plantão Brasil
8/1/2026 16:25

Assessora de Trump é flagrada vigiando relógio para manipular mercado de apostas

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O governo de Donald Trump mergulhou em mais um escândalo de falta de ética e possível corrupção, desta vez envolvendo mercados de apostas e informações privilegiadas. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, está sob fogo cruzado após internautas apontarem que ela encerrou uma coletiva de imprensa de forma abrupta, apenas 30 segundos antes de um limite que renderia lucros de até 50 vezes o valor investido para quem apostou na duração do evento. O comportamento suspeito de Leavitt, que foi flagrada olhando para um relógio antes de cortar sua fala aos 64 minutos e 30 segundos, sugere uma coordenação criminosa para beneficiar apostadores ligados ao alto escalão do governo.

A denúncia, que já alcançou milhões de visualizações nas redes sociais, expõe como a equipe de Trump parece estar utilizando decisões oficiais para lucrar em plataformas de previsão como o Kalshi. Estrategistas e figuras públicas reagiram com indignação, apontando que o estágio atual da política americana atingiu um nível de degradação onde a Casa Branca interfere em apostas banais enquanto ignora crises humanitárias e crimes de guerra. A suspeita é que alguém próximo à equipe de comunicação tenha feito apostas pesadas no resultado negativo nos instantes finais, munido de dados antecipados sobre o exato momento em que a secretária calaria o microfone.

Este cenário de "capitalismo de cassino" não é isolado e se conecta diretamente à agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela. Horas antes do sequestro do presidente Nicolás Maduro pelas tropas de Trump, plataformas de apostas como o Polymarket registraram movimentações financeiras atípicas e milionárias. Uma conta suspeita, criada momentos antes da operação, faturou cerca de R$ 2 milhões ao apostar que Maduro deixaria o poder em janeiro. O caso reforça a tese de que agentes do governo americano estão vazando planos de invasão e operações militares secretas para que terceiros lucrem com o sangue alheio e a instabilidade geopolítica.

A controvérsia em torno do sequestro de Maduro também revelou a arbitrariedade dessas plataformas financeiras, que muitas vezes operam em sintonia com a narrativa imperialista. O Polymarket, apesar do lucro exorbitante de alguns usuários, negou o pagamento de prêmios bilionários sob a alegação cínica de que o sequestro de um chefe de Estado e a invasão de um país por tropas estrangeiras não configurariam uma "invasão" formal. Essa redefinição de conceitos básicos para evitar prejuízos financeiros gerou revolta entre os usuários, que acusam os mercados de previsão de serem ferramentas de manipulação política a serviço dos interesses de Washington.

Especialistas alertam que a interseção entre decisões de governo e mercados de apostas cria um ambiente de insegurança jurídica e moral sem precedentes. Quando uma incursão militar ou o tempo de uma coletiva oficial tornam-se objetos de especulação financeira por parte de quem detém o poder de decisão, a democracia é substituída por um esquema de ganhos ilícitos. A gestão Trump, marcada pelo desprezo às regras diplomáticas e pela proximidade com bilionários, parece ter transformado a política externa e interna dos Estados Unidos em um balcão de negócios onde a informação privilegiada é a moeda mais valiosa.

A gravidade das acusações contra Karoline Leavitt e a suspeita de lucro em cima da invasão da Venezuela exigem investigações profundas, mas o atual cenário em Washington indica que a impunidade deve prevalecer sob o comando da extrema-direita. Enquanto os "patriotas" americanos e a prole bolsonarista no Brasil aplaudem a truculência de Trump, os bastidores revelam um governo que não hesita em mercadejar segredos de Estado. O mundo assiste, perplexo, ao fortalecimento de um sistema onde a guerra e a comunicação pública são manipuladas para encher os bolsos de aliados inescrupulosos do regime.

Veja o vídeo:


Com informações do DCM

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