Memória e justiça: governo celebra resistência ao golpe de 8/1 e reafirma soberania popular

Portal Plantão Brasil
8/1/2026 08:51

Memória e justiça: governo celebra resistência ao golpe de 8/1 e reafirma soberania popular

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Nesta quinta-feira, o Brasil se une para celebrar a vitória da civilização sobre a barbárie no ato que marca o aniversário da resistência ao golpe de 8 de janeiro de 2023. O governo Lula lidera a cerimônia "Democracia Inabalada" no Palácio do Planalto, um evento essencial para reafirmar que o país não aceita mais as investidas terroristas da extrema-direita. Enquanto os derrotados tentam reescrever a história, o presidente Lula e representantes da sociedade civil relembram o dia em que as instituições brasileiras se mantiveram firmes contra os ataques criminosos de hordas bolsonaristas que depredaram as sedes dos Três Poderes.

A programação é extensa e simbólica, ocupando tanto o Salão Nobre do Planalto quanto áreas externas, servindo como um escudo contra o esquecimento. O evento anual é um compromisso direto com a justiça, lembrando que o episódio resultou na prisão de 1,4 mil pessoas que tentaram rasgar a Constituição por não aceitarem o resultado das urnas. Para quem repudia o bolsonarismo e suas tentativas de instaurar o caos, esta data é um marco de que o Brasil possui instituições sólidas o suficiente para punir quem flerta com a ditadura e o desrespeito à vontade popular.

No Supremo Tribunal Federal, o foco está na reconstrução física e moral da Corte, que foi o alvo predileto do ódio cego da prole de Bolsonaro e seus seguidores. A exposição “8 de janeiro: mãos da reconstrução” e a exibição de documentários mostram o esforço hercúleo para restaurar o patrimônio público destruído. Além disso, rodas de conversa com jornalistas e mesas-redondas discutem a importância de manter a vigilância constante contra o autoritarismo, reforçando que a liberdade de imprensa e a independência do Judiciário são pilares que o terrorismo doméstico não conseguiu derrubar.

A força do povo também se faz presente com a convocação de atos por movimentos sociais, sindicatos e entidades ligadas ao PT. Em Brasília, a concentração logo cedo em frente ao Planalto demonstra que a base popular do governo está pronta para defender o projeto de país escolhido soberanamente em 2022. Esses movimentos exigem que a justiça continue avançando e que não haja anistia para os financiadores e mentores intelectuais das invasões, garantindo que o Brasil nunca mais precise ver cenas de vandalismo e golpismo patrocinadas por setores antidemocráticos.

Por outro lado, o silêncio do Congresso Nacional, que não previu cerimônias oficiais, chama a atenção e reforça a necessidade de pressão popular. Enquanto alguns parlamentares tentam se omitir ou relativizar os ataques, a mobilização do Poder Executivo e do Judiciário se torna ainda mais relevante. É um momento de demarcar território: de um lado, quem trabalha pela reconstrução do país e pela paz social; do outro, o bolsonarismo, que foge de suas responsabilidades e tenta se esconder atrás de cortinas de fumaça ideológicas.

A celebração desta quinta-feira não é apenas uma recordação de um dia triste, mas uma festa da resiliência democrática. Sob a liderança de Lula, o Brasil mostra ao mundo que é possível superar ciclos de ódio e restaurar a dignidade da nação. A data de hoje serve para lembrar a cada cidadão que a democracia é um bem precioso que exige cuidado e luta diária, especialmente diante de uma oposição que ainda respira o autoritarismo e despreza os valores mais fundamentais da nossa República.

Com informações do DCM

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