729 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O cenário internacional foi sacudido por uma declaração que parece ter saído das páginas mais sombrias da história. O secretário de Estado do governo de Donald Trump, Marco Rubio, proferiu o que especialistas já consideram o discurso mais colonialista e imperialista deste século. Sem qualquer pudor, Rubio convocou as nações europeias a resgatarem o "espírito" dos colonizadores e a voltarem seus olhos para o Sul Global, pregando abertamente uma nova era de dominação sobre países da América Latina, África e Ásia.
A fala de Rubio não foi apenas um deslize diplomático, mas um elogio direto à exploração que dizimou povos e saqueou riquezas por séculos. Ao afirmar que é preciso "resgatar" o modelo colonialista, o secretário de Estado dos EUA escancara a face mais perversa da extrema-direita global, que agora não se contenta apenas em interferir na soberania alheia, mas defende o retorno formal da submissão dos países em desenvolvimento às potências tradicionais. É uma afronta direta à autodeterminação dos povos e à dignidade das nações que lutaram bravamente por suas independências.
Para quem ainda tinha dúvidas sobre as intenções da administração Donald Trump e seus aliados, o discurso de Rubio serve como um alerta urgente. O uso de termos que remetem ao imperialismo escancarado mostra que a estratégia é transformar o Sul Global em um quintal de exploração de recursos e mão de obra, sob a tutela de uma Europa convocada para o papel de "civilizadora". Esse tipo de retórica é o combustível que alimenta o bolsonarismo no Brasil, que historicamente se curva aos interesses estrangeiros em detrimento do nosso próprio povo e da nossa soberania nacional.
A reação nas redes sociais foi imediata e carregada de indignação. Líderes progressistas e defensores da democracia ao redor do mundo denunciaram a periculosidade desse posicionamento, que ignora os avanços dos direitos humanos e o direito internacional. Enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva trabalha para fortalecer a cooperação entre os países do Sul e promover um mundo multipolar e justo, a cúpula dos EUA parece querer reativar os mecanismos de opressão que mantiveram o mundo dividido entre senhores e colonizados.
A gravidade da fala de Marco Rubio exige uma resposta contundente de todos os países que prezam pela liberdade. Não se trata apenas de palavras, mas de uma diretriz política que ameaça a paz global e incentiva conflitos de dominação. O repúdio a essa mentalidade retrógrada é fundamental para impedir que o delírio imperialista de Rubio e Trump ganhe espaço na prática diplomática. O Sul Global não é terreno de conquista, mas um bloco de nações soberanas que exigem respeito e igualdade no cenário mundial.
Este episódio reforça a importância de manter a vigilância contra governos que desprezam a história e os direitos fundamentais. A apologia ao colonialismo é o ápice da arrogância de quem acredita que o poder econômico e militar dá o direito de ditar o destino de bilhões de pessoas. O Brasil, sob a liderança de Lula, segue no caminho oposto, mostrando que a verdadeira grandeza de uma nação se mede pela sua capacidade de cooperar, e não de subjugar ou colonizar os seus pares.
Veja a postagem do ativista Thiago dos Reis no X:
ATENÇÃO!! O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, acaba de fazer o discurso MAIS COLONIALISTA E IMPERIALISTA do século XXI e convocou os europeus a COLONIZAREM o Sul Global!!
— Thiago dos Reis ???? (@ThiagoResiste) February 15, 2026
Ele elogiou os colonizadores europeus e disse que é preciso resgatar isso!! pic.twitter.com/NsvjfZqozv