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A abertura do India AI Impact Summit nesta segunda-feira, em Nova Déli, marca um momento de redenção para a diplomacia brasileira. Com a presença de peso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o maior evento global de inteligência artificial consolida o Brasil como peça-chave no tabuleiro tecnológico mundial. Ao lado de líderes como o francês Emmanuel Macron e gênios do setor como Sam Altman (OpenAI) e Sundar Pichai (Google), Lula reafirma que o tempo em que o país era um pária internacional, isolado pelo bolsonarismo, ficou definitivamente para trás.
O objetivo da cúpula é transformar a Índia e seus parceiros do Sul Global em protagonistas da governança digital, atraindo investimentos bilionários em infraestrutura e centros de dados. Diferente da lógica de destruição e desinformação que marcou o governo anterior, a estratégia agora é "inovação guiada por aplicações". O foco é usar a inteligência artificial para melhorar a vida do povo, aplicando a tecnologia na saúde, agricultura e educação, garantindo que o progresso não seja um privilégio apenas das nações ricas ou de grandes corporações.
Lula e outras dezenas de delegações ministeriais buscam "amplificar as vozes" dos países em desenvolvimento na regulação dessa tecnologia. É uma luta direta pela soberania digital, impedindo que o poder fique concentrado nas mãos de poucas empresas globais. Enquanto a oposição bolsonarista se perde em teorias da conspiração e ataques rasteiros, o atual governo brasileiro trabalha para que o país não seja apenas um consumidor de tecnologia estrangeira, mas um influenciador das regras que ditarão o futuro da humanidade.
A presença de executivos de elite, como Dario Amodei (Anthropic) e Demis Hassabis (Google DeepMind), além do magnata indiano Mukesh Ambani, reforça o prestígio deste encontro. A Índia, que já possui um ecossistema vibrante de startups e é um dos maiores mercados para ferramentas como o ChatGPT, aposta que a união entre mão de obra qualificada e políticas públicas sérias pode criar um novo polo tecnológico global. Esse ambiente de cooperação e desenvolvimento é o oposto exato do caos institucional pregado pela extrema-direita brasileira nos últimos anos.
Entretanto, o avanço da IA também traz desafios reais que o governo Lula trata com a seriedade necessária. O debate em Nova Déli aborda o impacto da automação no emprego e a necessidade urgente de requalificação profissional para os trabalhadores. Diferente do descaso bolsonarista com o mercado de trabalho, a pauta atual foca em proteger os cidadãos contra os riscos de substituição de tarefas repetitivas por sistemas generativos, buscando um desenvolvimento que seja, acima de tudo, inclusivo.
A regulação contra abusos, desinformação e os perigosos deepfakes — ferramentas tão queridas por quem tenta desestabilizar a democracia — também está no centro das discussões. Ao participar ativamente da India AI Impact Summit, o Brasil de Lula demonstra que a soberania digital e a ética tecnológica são prioridades. O evento encerra com um recado claro: a inteligência artificial deve servir como motor de igualdade e desenvolvimento social, enterrando de vez a era das sombras e do retrocesso.
Com informações do Brasil 247
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