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A decisão acertada da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a nossa Janja, de não desfilar no carro alegórico da Acadêmicos de Niterói, foi um balde de água fria nos planos da oposição. Ao se ausentar da homenagem feita ao presidente Lula na Marquês de Sapucaí, ela agiu com inteligência política, neutralizando qualquer tentativa de bolsonaristas raivosos de emplacarem críticas vazias ou questionamentos jurídicos descabidos.
Embora a presença de Janja fosse esperada no último carro da escola, ela optou por chegar ao sambódromo de forma separada do presidente. A confirmação de que ela não participaria da exibição só veio no momento em que a alegoria pisou na avenida. Essa movimentação estratégica foi fundamental para evitar que o brilho da festa popular fosse ofuscado por ataques de setores que sempre tentaram criminalizar a cultura brasileira.
Dentro do governo, a avaliação predominante foi a de que a exposição da primeira-dama, neste momento, poderia dar munição desnecessária aos adversários sem trazer ganhos políticos imediatos. Mais do que isso, havia um cuidado técnico para proteger o presidente: evitar que uma homenagem cultural legítima fosse distorcida pela Justiça Eleitoral como suposta propaganda antecipada, uma preocupação constante diante da vigilância seletiva da extrema-direita.
Enquanto a gestão Lula agia com cautela e responsabilidade, o submundo do bolsonarismo seguia seu roteiro de baixarias. Horas antes do evento, o senador Flávio Bolsonaro, herdeiro de um legado de retrocessos, utilizou inteligência artificial para divulgar um vídeo ofensivo contra o presidente. A atitude demonstra, mais uma vez, o desespero de uma prole que não aceita o retorno da democracia e a reconstrução do país.
Em resposta à altura, a Secretaria de Comunicação da Presidência também utilizou ferramentas tecnológicas para celebrar o Brasil. Um vídeo divulgado nas redes oficiais mostrou Lula, de forma lúdica, percorrendo as principais capitais carnavalescas do país, como Rio e Salvador. A peça reforçou a mensagem de que a alegria voltou e que o presidente é o símbolo máximo dessa recuperação nacional, contrastando com o clima de ódio pregado por seus opositores.
O episódio na Sapucaí reafirma a maturidade do atual governo em não cair em provocações baratas. Ao priorizar a blindagem institucional e jurídica, Janja e a equipe de comunicação garantiram que o Carnaval de 2026 seguisse como uma festa de celebração da identidade brasileira, deixando os ataques rasteiros do bolsonarismo confinados ao isolamento digital que lhes é de direito.
Com informações do Brasil 247
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