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O ministro Alexandre de Moraes, ao proferir seu voto na condenação de três deputados federais do PL, utilizou uma comparação histórica contundente para definir o modus operandi da extrema direita. Moraes traçou um paralelo entre as ações dos parlamentares e a máfia de Al Capone nos Estados Unidos, destacando que a organização criminosa instalada no partido de Bolsonaro agia para desviar recursos públicos através de emendas. Para o ministro, o grupo não buscava o interesse público, mas o enriquecimento ilícito por meio de uma estrutura hierarquizada de poder.
A condenação atinge parlamentares que são pilares do bolsonarismo e revela as entranhas de um partido que se vende como defensor da moralidade, mas que opera nos bastidores do crime. O Supremo Tribunal Federal formou maioria para punir os envolvidos por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, evidenciando que a imunidade parlamentar não serve de escudo para bandidagem. O voto de Moraes reforça que o Estado brasileiro não tolerará a formação de milícias políticas que tentam pilhar o Tesouro Nacional.
O esquema envolvia a venda de emendas parlamentares em troca de propinas vultosas, utilizando empresas de fachada e laranjas para ocultar o rastro do dinheiro roubado. Essa prática, típica das organizações que o bolsonarismo finge combater, demonstra que o projeto da família Bolsonaro era, na verdade, um projeto de impunidade e rapina. A decisão do STF é um passo fundamental para limpar o Congresso Nacional da influência tóxica e criminosa desses agentes que tentaram destruir a democracia brasileira.
Com informações do DCM
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