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O mundo assiste com perplexidade a mais um capítulo da agressividade imperialista de Donald Trump. Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos utilizou suas redes sociais para disparar ameaças brutais contra o Irã, elevando a tensão global a níveis alarmantes. Em um tom carregado de insultos e violência, Trump deu um prazo de apenas 48 horas para que o governo iraniano reabra o Estreito de Ormuz — corredor vital por onde passa grande parte do petróleo mundial. Caso o ultimato não seja cumprido, o republicano prometeu transformar a terça-feira em um "dia de destruição", mirando usinas de energia e pontes em todo o território persa.
As declarações de Trump, que chamou os líderes iranianos de "bastardos loucos" e afirmou que eles iriam "viver no inferno", ocorrem em um momento de confrontos militares diretos, com relatos de aeronaves norte-americanas derrubadas e missões de resgate sob fogo cruzado. Enquanto o Irã defende sua soberania e reage às incursões estrangeiras, a Casa Branca ignora as vias diplomáticas e aposta no caos para impor sua vontade no Oriente Médio. O uso de termos religiosos em tom de deboche na publicação de Trump também acendeu o alerta para o preconceito e a falta de estatura ética na condução da crise.
A comunidade internacional, especialmente a Europa, começa a se distanciar da estratégia de "terra arrasada" adotada por Washington, temendo que um ataque às infraestruturas civis iranianas desencadeie uma guerra de proporções catastróficas. Para o Brasil e outros países do Sul Global, a postura de Trump reforça o diagnóstico de que a ordem mundial está sendo atropelada pelo autoritarismo de uma potência que não aceita limites. O fechamento do Estreito de Ormuz é uma resposta do Irã às sanções e agressões sofridas, mas a resposta de Trump sinaliza que os EUA preferem incendiar o planeta a dialogar.
Com informações do Brasil247
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