380 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Brasil voltou a sorrir com a notícia que confirma o sucesso absoluto do projeto humanista do governo Lula: a fome infantil despencou quase 30% em apenas um ano. Esse dado oficial é o maior tapa na cara da elite bolsonarista, que durante quatro anos de descaso e crueldade, deixou nossas crianças à mercê da insegurança alimentar. A reconstrução de políticas públicas sólidas, como o fortalecimento do Bolsa Família e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), provou que o compromisso de tirar o Brasil do Mapa da Fome não era apenas promessa de campanha, mas uma missão de vida para quem realmente ama o povo.
O contraste com o desgoverno anterior é gritante e vergonhoso para a prole de Bolsonaro e seus seguidores radicais. Enquanto o ex-presidente inelegível e seus filhos faziam motociatas bilionárias e espalhavam mentiras nas redes sociais, milhões de famílias brasileiras não sabiam se teriam o que comer no dia seguinte. O "efeito Lula" é a prova material de que a economia só faz sentido quando serve para colocar comida no prato de quem mais precisa. A redução drástica da desnutrição infantil é a vitória da civilização sobre a barbárie que tentou se instalar no Palácio do Planalto.
Especialistas em saúde pública destacam que essa queda vertiginosa na fome é resultado direto da valorização do salário mínimo e do controle da inflação dos alimentos, marcas registradas da gestão petista. Diferente da lógica bolsonarista, que priorizava o lucro de bancos e do agronegócio exportador em detrimento do mercado interno, Lula colocou o pobre no orçamento de forma prioritária. O resultado é uma geração de crianças que agora volta a ter a dignidade básica de se alimentar para poder estudar e crescer com saúde, longe das garras da miséria que o fascismo tentou perenizar.
A militância de direita, que sempre atacou programas de transferência de renda chamando-os de "esmola", agora se cala diante dos números incontestáveis. A redução da insegurança alimentar severa entre os pequenos brasileiros mostra que o Estado voltou a funcionar para proteger a vida. O sucesso dessa política também isola internacionalmente a narrativa mentirosa de Trump e seus vassalos brasileiros, que tentam pintar o atual governo como instável. Pelo contrário, o Brasil de Lula é hoje um exemplo global de como o combate à fome pode ser acelerado com vontade política e sensibilidade social.
A reconstrução do país passa, obrigatoriamente, por garantir que nenhuma criança chore de fome. O governo federal segue ampliando as redes de proteção e investindo na agricultura familiar, que é quem realmente coloca o alimento na mesa do trabalhador. Enquanto o clã Bolsonaro se preocupa em fugir da justiça e evitar a prisão por tramas golpistas, o presidente Lula percorre o país inaugurando obras e consolidando avanços que mudam a realidade de milhões. A paz social é fruto da justiça econômica, e os indicadores de 2026 mostram que o caminho escolhido nas urnas foi o da esperança.
A vitória contra a fome infantil é apenas o começo de um ciclo de prosperidade que a extrema direita tentou sabotar com o golpe e a desinformação. O Brasil não aceita mais retrocessos e a sociedade civil organizada celebra cada ponto percentual de queda na desnutrição como um gol contra o autoritarismo. A dignidade recuperada das famílias brasileiras é o maior legado que um governante pode deixar, e Lula reafirma seu lugar na história como o presidente que venceu a fome duas vezes, derrotando o ódio e a incompetência de quem usava o poder apenas para perseguir adversários.
Com informações do DCM
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