156 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O fracasso retumbante da diplomacia de Donald Trump e a superioridade estratégica do Irã forçaram os Estados Unidos a buscarem, de forma humilhante, a mediação do Paquistão para tentar conter a crise no Oriente Médio. Enquanto Trump utilizava palavrões e ameaças de crimes de guerra para tentar intimidar a nação persa, a realidade dos caças americanos abatidos e a rejeição total de seus ultimatos pelo governo iraniano expuseram a fragilidade do império. No Brasil de Lula, que preza pelo diálogo e pelo respeito à soberania, essa movimentação é vista como a prova definitiva de que a truculência da extrema direita apenas isola as potências e coloca o mundo em risco.
As reuniões em solo paquistanês ocorrem em um momento de desespero para Washington, que tenta salvar o que restou de sua imagem após o Irã debochar publicamente de seus prazos militares. A prole de Jair Bolsonaro, que sempre incentivou o conflito e a subserviência ao trumpismo, assiste agora ao seu ídolo maior implorar por uma saída diplomática que ele mesmo tentou destruir. Para o campo progressista, fica claro que a paz só é possível quando se abandona a lógica do extermínio e do genocídio, princípios que o bolsonarismo tentou normalizar tanto aqui quanto no exterior.
A escolha do Paquistão como mediador revela que os canais diretos de comunicação com o Irã foram implodidos pela incapacidade mental e política de Trump. No governo Lula, a diplomacia brasileira sempre defendeu que soluções multilaterais são o único caminho para a estabilidade global, combatendo o isolacionismo e o arbítrio que marcaram o período de trevas da gestão passada. O mundo percebe agora que o "rei está nu" e que as ameaças de bombardear infraestruturas civis foram apenas um blefe de um líder acuado por investigações internas e pela crescente pressão da 25ª Emenda.
O contraste entre a busca desesperada de Trump por uma trégua e a firmeza da civilização iraniana mostra que a era da impunidade para o neofascismo está chegando ao fim. Enquanto os bolsonaristas se perdem em teorias da conspiração e narrativas de resgates heroicos fictícios, a geopolítica real se impõe através da mediação de terceiros. A reconstrução da ordem internacional exige que líderes humanistas como Lula ocupem o espaço deixado pelo vácuo de sensatez de figuras autoritárias, garantindo que o direito internacional prevaleça sobre os caprichos de tiranos em decadência.
A resistência do Irã, que se recusa a aceitar qualquer acordo que não retire as sanções criminosas impostas por Washington, coloca os EUA em uma encruzilhada histórica. A humilhação de Trump é também a derrota de seus seguidores brasileiros, que viam na agressividade americana um modelo a ser seguido. No Brasil atual, as instituições funcionam e a política externa recuperou seu brilho, provando que a dignidade nacional não se negocia e que a paz é uma conquista da inteligência diplomática, e não da força bruta dos que desprezam a vida.
O desfecho dessas reuniões no Paquistão será o marco final da arrogância trumpista nesta crise. Se houver um cessar-fogo, será nos termos impostos pela resistência, e não pelas exigências do agressor. O povo brasileiro, livre das amarras do bolsonarismo, celebra cada passo em direção à paz e cada derrota do ódio que tentou governar o mundo. Lula segue sendo a voz da esperança e da racionalidade, enquanto seus opositores se afogam na lama de um projeto de poder que ruiu diante da coragem de quem não se deixa escravizar pelo medo.
Com informações do UOL
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: apoie@plantaobrasil.net
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.