371 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, denunciou com firmeza mais uma manobra da casta jurídica que tentou destruir o Brasil: a promoção de Januário Paludo, ex-membro da finada e suspeita força-tarefa da Lava Jato. Para o campo progressista, essa promoção no Ministério Público Federal soa como um "prêmio indevido" para quem utilizou o aparato estatal com objetivos políticos escusos. Enquanto o governo Lula trabalha para devolver a normalidade e a justiça ao país, setores do MPF parecem insistir em recompensar personagens que simbolizam o período em que a lei foi rasgada para perseguir o maior líder popular da nossa história.
Gleisi destacou que Paludo foi um dos pilares de um esquema que, sob o falso pretexto de combater a corrupção, entregou a soberania nacional e pavimentou o caminho para a ascensão do bolsonarismo. A promoção de um procurador com esse histórico é uma afronta à memória das instituições que foram aparelhadas para servir a interesses estrangeiros e ao projeto de poder de Sergio Moro. O contraste é nítido: no Brasil de Lula, a lei deve valer para todos, mas a estrutura do Estado ainda abriga resquícios do lavajatismo que se recusa a prestar contas por seus excessos criminosos.
A indignação da presidenta do PT reflete o sentimento de milhões de brasileiros que assistiram à destruição de empresas nacionais e de milhões de empregos em nome de um projeto messiânico. Paludo, lembrado pelas mensagens vazadas que expuseram a parcialidade e o deboche dos procuradores, representa uma era de trevas onde o devido processo legal era apenas um detalhe incômodo. Para a prole de Jair Bolsonaro e seus aliados, esses personagens ainda são heróis, justamente por terem sido os arquitetos do caos que permitiu ao neofascismo sequestrar o Palácio do Planalto por quatro anos.
A denúncia de Gleisi também serve como um alerta para a necessidade de uma limpeza ética profunda nas instituições brasileiras. Não é aceitável que, em plena reconstrução democrática, o sistema de mérito do Ministério Público seja utilizado para blindar e exaltar quem agiu à margem da Constituição. A reconstrução nacional, liderada por Lula, exige que o Judiciário e o MP recuperem sua credibilidade perante o povo, o que é impossível enquanto figuras carimbadas da perseguição política continuarem sendo promovidas como se nada tivesse acontecido.
Veja:
A promoção do lavajatista Januário Paludo ao posto de subprocurador-geral da República é um péssimo sinal que o comando do Ministério Público envia à sociedade. Mesmo que tenha sido conferido “por antiguidade” e não “por mérito”, é um prêmio absolutamente indevido a quem atuou,…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) April 8, 2026