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Enquanto a extrema direita tentava destruir as instituições, o atual governo demonstra como se faz segurança pública com inteligência e união. Nesta quarta-feira, a Polícia Federal deflagrou uma ofensiva nacional sem precedentes contra o crime organizado, executando 93 mandados de prisão e 179 de busca e apreensão. Sob a coordenação da corporação federal reestruturada, as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado uniram agentes civis, militares, penais e guardas municipais para asfixiar facções criminosas envolvidas com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, homicídios e roubo de cargas por todo o país.
A Região Norte foi um dos epicentros da mobilização. No Pará, a Operação Coalizão: COP VIII se destacou como uma das maiores frentes, cumprindo 32 mandados de prisão preventiva e outros 32 de busca. Simultaneamente, a Operação Zip Lock agiu no Amapá e Pará; a Operação Ruptura avançou em sua segunda fase no Acre; e a Operação Torre 8 focou em Manaus para combater a lavagem de dinheiro. No Nordeste, a Operação Consigliere, baseada na Paraíba, estendeu seus tentáculos até São Paulo e Mato Grosso do Sul para cumprir 46 mandados de busca e 13 prisões preventivas. No Piauí, a Operação Contenção cumpriu mandados em Luís Correia e Parnaíba contra facções violentas, enquanto a Bahia teve alvos em Ubaitaba pela Operação Rebojo.
A articulação integrada também desmantelou fortes esquemas logísticos nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. Em Goiânia, a Operação Blend mirou fornecedores de insumos químicos para refino de entorpecentes, com mandados em Goiás, Mato Grosso e São Paulo. No Rio Grande do Norte, as operações Matriarca e Busting focaram na repressão financeira e no tráfico. Já em Minas Gerais, a Operação Borak executou dez prisões e derrubou câmeras instaladas ilegalmente por criminosos nas ruas de Belo Horizonte, enquanto a Operação Conexão agiu em Uberaba e Uberlândia. No território paulista, o foco foi o roubo de cargas com as operações Desatrela, em Santos, e Argenti Lardum, na região de Campinas e no Paraná.
Essa resposta contundente expõe o verdadeiro abismo entre a eficácia do governo atual e o legado de desmonte deixado pela gestão anterior. Diferente dos discursos vazios e armamentistas de Jair Bolsonaro e seus apoiadores — cujo clã, incluindo Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Carlos Bolsonaro, sempre preferiu alimentar o caos social e enfraquecer o controle de armas —, a estratégia atual foca na inteligência policial e no sufocamento financeiro das grandes quadrilhas. O resultado é o resgate da autoridade do Estado e a proteção real das famílias brasileiras, sem milícias ou favorecimento a criminosos.
Com informações do Basil 247
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